terça-feira, 27 de abril de 2010

Comissão vai apurar conflitos na chapada do Apodi

O que para uns é oásis agrícola e econômico é, mais ainda, uma ilha de conflitos sociais, econômicos, culturais e políticos. A chapada do Apodi, entre os municípios de Limoeiro do Norte e Quexeré, assume contornos mais questionadores após o assassinato, anteontem, do principal líder
comunitário, José Maria Filho, do Tomé, uma das várias localidades que existem nesse relevo geografico e palco de uma série de denúncias que vão da contaminação por agrotóxicos à falta de
demarcação de terras, ou seja, houve inrregularidade de produtos tóxicos sendo despejados na lagoa causando mau cheiro e doênças contagiosas.
Apesar de poucas informações que diz dispor, a Polícia civil está investigando a morte do líder comunitario José Maria Filho, um dos principais atividades da região. Sua morte atiçou mais ainda a revolta das comunidades e movimentos sociais com os problemas que cercam a região.
Um relevo geográfico que em menos de duas décadas sai de uma região abandonada sem perspectivas para um dos lugares mais " prósperos " da fruticultura e do agronegócio do Nordeste
Setentrional. O problema é entender quem, de fato, se beneficia da prosperidade da chapada do apodi, entre os municípios de Limoeiro do Norte e Quixeré.

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